A Unicidade de Mestre e Discípulo – Parte 1


A Unicidade de Mestre e Discípulo – Parte 1.

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muito legau amigos

inverno nunca falha em si torna primavera


http://www.safihquelbert.com/livros-e-artigos/Budismo%20Nitiren%20Daishonin_Um_inverno_rigoroso.pd

Audiência Pública 10/11/2011


 

meu animal de estimação

megue

 

Audiência Pública 10/11/2011.
 
Bom dia a todos!
 
Gostaria de pedir aos Senhores aqui presentes para que a partir deste dia de hoje irem além do cumprir o dever, fazer o seu papel ou agir de forma correta e para que  assumam uma postura de criação de valor! Vamos quebrar o paradigma do corriqueiro e usual e assumir uma postura inovadora condizente com a época atual.
 
O nosso mundo moderno começa com a era industrial, com a revolução das máquinas. Que foi marcada pela célebre frase do Ford, você pode escolher qualquer cor de carro, desde que seja preta. Onde o homem era visto como um ser igual, padrão, sem necessidades OU desejos, éramos todos iguais.
 
Com a era pós –industrial, o mundo começou a entender que não somos iguais e assim surgiu a palavra segmentação, diferenciação e a partir daí começamos, sem medo, a manifestar nossas necessidades e gostos. O carro que comprávamos do Ford já não era mais preto, era branco, azul, amarelo, etc.
 
Com a era da informação, com os jornais, rádios e principalmente a televisão, podemos ter uma dimensão melhor do mundo em que vivemos e entrar em contato com diversos assuntos e culturas que antes não eram possíveis.
 
A internet nos proporcionou a era da comunicação, trocar e usar informações, ampliar de vez o nosso pequeno universo.
 
A informação e a comunicação nos leva direto a era do conhecimento, o homem aprende a usar a informação e a comunicação de forma prática na vida, aprimora o seu discernimento, critérios de julgamento e apreciação, levando a uma maior consciência de si mesmo.
 
O homem descobre que além de ser físico, ele também é mental, emocional e espiritual, a era da espiritualidade que não tem nada haver com religiosidade leva o homem a uma profunda reflexão sobre a sua vida de uma forma mais ampla.
 
Com essa visão emancipadora, o homem não só transformam a informação em conhecimento, mas vai além,  e essa reflexão nos transporta para os dias de hoje. A era da consciência! Época a qual nos impele a uma reforma interna, a uma mudança completa na forma de viver e interagir com a vida.
 
Em termos de políticas públicas, precisamos abandonar velhos hábitos e a mesmice para pormos em prática uma postura que essa nova era exige. A inovação, sim, é possível, mesmo em meios arraigados pelo conformismo.
 
É hora de implantar políticas mais inteligentes, efetivas e que preservem a vida!
 
Estamos aqui hoje para discutir e propor melhorias para o controle de leishmaniose na nossa cidade e pelo fim da matança indiscriminada de cães sadios e animais com exame falso-positivo no CCZ ( centro de controle de zoonoses).
 
É inadmissível que a prefeitura continue persistindo numa política pública de controle da leishmaniose  que vai contra os princípios da vida e principalmente que vem sendo feita a anos sem oferecer nenhuma resultado que valia o custo-benefício.
 
Precisamos agir baseados em princípios que deveriam ser inatos de qualquer organização, acima de tudo as públicas – que é o respeito à vida na sua amplitude e totalidade.
Estamos  na década da inovação, de soluções ecologicamente corretas e sustentáveis e essa deve ser a nossa filosofia de trabalho.
 
O cão não é e nunca foi o vilão, na realidade, o cão é o melhor amigo do homem. E a cada semana que passa assistimos pela televisão as pessoas acordarem para essa verdade.
 
As 2 maiores emissoras de TV do nosso país, assim como os seus portais na internet,  vêm aumentado cada vez mais o destaque para as notícias ligadas aos animais domésticos. A lealdade, o amor incondicional, o companheirismo e até os seus efeitos terapêuticos têm sido alvo de matérias jornalísticas.
 
Para citar alguns:
No Globo repórter do dia 30 de janeiro de 2009, mostra a história da estudante Caroline Rachel de Oliveira e do seu melhor amigo, o cãozinho Nick.  Segundo a família dessa adolescente, o cãozinho ajudou a jovem a vencer o câncer linfático. Nos dias mais difíceis do tratamento, Nick era a ligação da estudante com o mundo sem sofrimento.
 
A história de Carol e Nick é muito bonita, mas começa de um jeito triste. Ela é filha única de um casal de médicos. A doutora Mery Gonzaga De Oliveira se lembra bem daquele Dia das Mães do ano de 2005. Foi quando chegou a notícia de que a filha estava com uma doença grave. 
 
Nick foi mesmo um santo remédio. Quem receitou foi o doutor Vicente Odone Filho, oncologista respeitado internacionalmente e médico da menina.
 
E assim essa história teve um final feliz. Carol, que ficou doente aos 14 anos, venceu o câncer. E Nick, com jeito “simpaticão” e fiel, conquistou para sempre um lugar na vida da família.
 
“Nem sei como encontrar uma palavra para descrever o Nick. Ele é perfeito para mim, sempre foi”, define Carol.
 
“Tenho uma dívida de gratidão imensa com ele, porque eu via que ele conseguia alegrar a minha filha. Nas piores horas, ele estava ali. É engraçado como a família toda participou disso: minha mãe, minha irmã, minhas sobrinhas. Todo mundo tem um carinho muito especial por ele. Todo mundo tem esse sentimento de gratidão por ele”, conta a mãe de Carol.
 
Essa semana vimos a história da sharpei Meg que salvou da família e a protegeu de bandidos 2 vezes e na ultima, foi baleada no lugar deles.
 
Muitos de nós temos história na família ou conhecemos alguém que encontrou no cão um companheiro, um amigo fiel, um amor incondicional e um santo remédio para vencer a solidão, a decepção, a tristeza, a doença, mas também para lhe devolver a criança alegre que se tornou um adulto muitas vezes chato e burocrático.
 
É muito fácil observarmos que a casa que tem um cãozinho e o trata com dignidade, as pessoas são menos propícias as doenças causadas pelo stress do dia-a-dia. Também notamos uma certa leveza, descontração e por que não, alegria no ar.
 
O cão é um ótimo instrumento vivo de educação infantil e formação do cidadão, é uma grande lição de responsabilidade, de lealdade e de amor incondicional que deveríamos aprender desde muito pequenos com os nossos pais e que em muitas famílias do nosso município e do país não é possível.
 
Sim, existem cães violentos, mas esse comportamento é copiado do seu dono e assim ao invés de punir e culpar o cão, esse ônus deve ser direcionado a quem realmente merece e transformou um animal dócil em uma ameaça.
 
A mesma coisa acontece com crianças crescendo no meio de adultos violentos, não podemos cobrar delas atitudes e qualidades que não tiveram como aprender.
 
O cão é capaz de contribuir ativamente e de forma construtiva para a educação emocional das crianças e para que estas se tornem cidadãos mais conscientes do seu papel na sociedade e das qualidades que um verdadeiro ser humano deve cultivar.
 
Muitos acreditam que os animais não têm alma, essa é uma questão irrelevante quando se tem consciência de toda a sua contribuição para o bem estar do indivíduo. Os cães muitas vezes são mais humanos do que o próprio ser humano que se comporta como um animal irracional prejudicando a sua própria vida e a dos seus semelhantes.
 
Pesquisas cada vez mais avançadas como a desenvolvida pela USP em parceria com o  Dr. Alexandre Rossi, comumente conhecido como o Dr. Pet, nos mostra que além das necessidades físicas e fisiológicas já conhecidas, o cãozinho também tem necessidades emocionais e pode até se comunicar usando a tecnologia, como é o caso do experimento onde a Estopinha se comunica com o Dr. Alexandre Rossi usando o Skype, ferramenta utilizada para conversa com vídeo na internet.
 
Diante dessas evidências, é inadmissível que a população e os Srs., representantes dos cidadãos Montes Clarences, não reconheçam o papel fundamental do cão na nossa sociedade e despertem para a necessidade de políticas públicas que criem valor e respeitem a vida!
 
O CCZ (Centro de controle de zoonoses) hoje é sinônimo de morte e precisamos mudar essa realidade para uma que realmente funcione. Precisamos transformar o CCZ num centro de educação que contribui ativamente para a saúde e o bem estar animal e assim proporcione que o melhor amigo do homem possa, enfim, também assumir a sua missão na terra, de contribuir para a evolução humana e uma sociedade mais pacífica.
 
Algumas pessoas acolhem os animais abandonados, os chamados protetores, na nossa cidade temos 2 muito conhecidos que eu não citarei. Não é fácil abrigar 30 e às vezes mais de 100 cachorros, existe o fator físico, financeiro e também o emocional. A imensa benevolência dos protetores em ocupar uma lacuna do poder público para amenizar o sofrimento causado por pessoas que têm essa atitude de abandono e descaso animal como normal, também não vem dando resultados. A cada dia mais cachorros são colocados para procriar, mais são maltrados e abandonados.
 
Estamos aqui para pedir uma reflexão e uma consciência maior das autoridades e representantes da nossa cidade para que juntos possamos desenvolver estratégias que realmente funcione e nos valorize como seres verdadeiramente humanos.
 
Temos informações que já existem no horto florestal da cidade mudas de citronela que é um repelente natural tanto do mosquito transmissor da Dengue como da Leishmaniose. Essas mudas poderiam ser plantadas nos lugares públicos como as praças, e distribuídas para as pessoas plantarem no jardim e quintal de casa.
 
A coleira Scalibor tem grande eficácia como repelente do mosquito da leishmaniose e já é usada como estratégia de política de saúde pública em algumas cidades do Brasil, como por exemplo: a prefeitura de Campo Grande  e Selvíria no Mato Grosso do Sul e a de Estância em Sergipe. Essa última do nordeste brasileiro, região considerada por muitos, como menos desenvolvida do que o sudeste.
 
Contamos na nossa cidade com a maior indústria de produtos veterinários do país, a Vallée, que poderia buscar soluções a longo prazo para essa questão. Como por exemplo, desenvolvimento de repelentes mais efetivos a um custo mais atrativo para a distribuição gratuita para a população de baixa renda e venda subsidiada para a comunidade geral. Uma parceria onde a empresa, a prefeitura e a sociedade sairiam ganhando.
 
O controle da população canina na cidade através da castração é fundamental e com o curso de veterinária em Montes Claros é uma ação que já deveria ter sido implantada, assim como, o  estabelecido de um convênio para  a assistência a saúde dos animais nos bairros mais carentes.
 
O projeto cão comunitário implantado nas prefeituras do estado de São Paulo também é uma estratégia que deve ser avaliada para a nossa cidade.
 
A implantação do chip nos cachorros para que possamos ter o controle do histórico familiar do cão é imprescindível para o monitoramento das políticas públicas, para segurança do cão e para as atividades educacionais junto à família responsável.
 
Uma fiscalização mais severa e punitiva nos Petshops, assim como treinamentos e capacitação para que as pessoas se profissionalizem e entendam a importância da higiene e cuidados na manipulação dos cães.
 
A divulgação e cumprimento do Artigo 32 da Lei Federal nº. 9.605/98 , lei de proteção animal, onde prever pena de 3 meses a 1 ano, mais multa, para maus tratos e abandono dos animais é de responsabilidade de todos. Existe uma lei e ela deve ser cumprida!
 
Gostaríamos de propor aos senhores, representantes do povo, que despertem, inovem e criem valor. Tenham uma postura proativa e assumam a responsabilidade de construir um mundo melhor que começa pela nossa cidade, Montes Claros.
 
Vamos substituir o CCZ que é sinônimo de morte pelo CCCV ( Centro de Conscientização e Criação de valor).
 
Precisamos liderar a população de Montes Claros de forma correta e atual. Disseminar o desejo de fazer diferente, respeitar a vida e ter atitudes proativas.
 
Apenas a criação de um centro de conscientização e saúde animal poderá levar ao controle de zoonoses. E vou além, não somente a leishmaniose, mas todos os outros problemas causados pela falta de higiene e cuidados dos habitantes com o seu ambiente domiciliar e natureza que circunda.
 
Srs. representantes do povo, nossos representantes, o que os senhores podem fazer para quebrar paradigmas antigos e trabalharem nessa  nova filosofia de criação de valor?
 
O que os senhores podem fazer para trocar velhas políticas públicas por outras mais modernas, efetivas, que preservem a vida e que realmente contribua para a evolução humana, de consciência, da nossa população?
 
E por último pergunto, o que os Srs. podem fazer para que o corredor da morte do CCZ se transforme no corredor do respeito e da dignidade da vida?
 
Obrigada,
 
Anne Almeida

 

espiritismo


A MENSAGEM A SEGUIR É DE OPINIÃO PESSOAL E BUSCA CONTRIBUIR PARA REFLEXÕES

O kardecismo realmente é fascinante. É considerado a ciência dos espíritos. De fato tem muito estudo e muitos relatos de verdades. Quem vive esta experiência não tem como constestar. É real. Existe. Mas não podemos deter todo conhecimento. Nem no kadercismo, nem no budismo, cristianismo, nem em religião nenhuma.
O que o budismo Nitiren Daishonin propõe eu de fato entendo como uma filosofia libertadora. Liberta não disso ou daquilo, fatos corriqueiros da vida…. ele liberta você de todo apego mundano, toda ilusão maya. O mundo em que vivemos, esse email, essa tela de computador, a nossa casa, nossa sociedade, corpos, planeta, tudo quanto é matéria, tudo, tudo é ilusão. Não é um mundo real, a realidade tem outro significado, não é maior, nem menor, apenas existe em outra condição que não entendemos agora, podemos perceber a pontinha desse iceberg, mas há muitos mistérios.

O budismo Nitiren se preocupa com aquilo que é mais urgente para cada um de nós. Imagine um doente no leito de um hospital, agonizando. Ele toma os medicamentos de hora em hora, aplicam lhes soro e dão todos os cuidados necessários. Seria eficiente, mostrar para essa pessoa, nesse momento, as últimas descobertas da física, antropologia ou arqueologia? Seria ideal ensinar um língua como o francês? É importante ele saber como andam as bolsas de valores do mundo e as relações políticas de cada país? Não. É óbvio. Todos esses assuntos tem grande importância para nosso mundo, para nós mesmo, quando perfeitamente sadios e na ativa, trabalhando e produzindo.

Nossas relações subjetivas são exatamente iguais. O capítulo Hoben do Sutra de Lótus, que recitamos todos os dias, diz exatamente isso. (você tem a tradução?) Vivemos doentes, embriagados pela ilusão da matéria. Sofremos porque nos apegamos e temos desejos e emoções muito baixos. O budismo Nitiren propões a chave de ouro para a entrada à iluminação. Então, ainda que os espíritos se comuniquem, se deus existe, se é Lei mística, se há reencarnação ou isso ou aquilo não é assunto de urgência para nós moribundos. Nessecitamos de eficácia, tomar o remédio certo e urgente (Nam-myoho-rengue-kyo) para nos livrarmos das doenças do ódio, da fome, do inferno, da alegria, da calamidade, das promessas impermantentes de bem estar e vibrar na verdadeira vida de luz e riqueza que são os estados de Erudição, Absorção, Bodisatva e Buda.

Acredito que isso não impede eu, nem você de buscar conhecer os encantos do mundo, olhar atendo, crítico e desapegado. O nosso Sensei empreende esforços recomendando para lermos maisi de 100 obras de variados assuntos e autores. Então ao invés de estudarmos kadercismo, vamos estudar o cristianismo, o alcorão, as religiões pagãs, wicca, enfim, tudo pode ser visto, o budismo não proíbe nada, tudo é conhecimento …. no fim você irá entender, como eu entendi, e por isso abandonei o espiritismo, que o que vale é o caminho direto, os outros são longos e ilusórios atalhos, embora o destino é o mesmo.

Eu entendo que a postura de busca sempre iluminará mais o budista. Eu estudo de tudo. Tarot, numerologia, religiões, runa , I Ching, teosofia, astrologia, e um punhado de outras coisas, mas permaneço sereno e fiél junto ao nosso grande mestre Sensei, pois tudo o resto é ilusão.

Espero de coração poder ter contribuído para sua reflexão. Não sou dono da verdade ninguém e nada é.

Estou aberto para novos diálogos, gosto muito.

ESTÃO ACABANDO COM NOSSA FLORESTA !!!


Um luto sem fim
O dia 24 de maio de 2011 deverá ser lembrado para sempre na história do Brasil. Infelizmente, não como uma data especial, de conquistas para o futuro democrático e mais igualitário do país. Pelo contrário. A memória e os livros de história deverão sempre remeter a esta fatídica terça-feira como um momento de luto absoluto. Afinal, se, pela manhã, a pátria tupiniquim conheceu o seu mais novo Chico Mendes com os brutais assassinatos do ativista ambiental e coletor de castanha, José Cláudio Ribeiro da Silva (veja sua palestra: http://youtu.be/78ViguhyTwQ), e de sua mulher, Maria do Espírito Santo da Silva, à noite foi a vez do conforto da Câmara dos Deputados votar a favor da destruição da floresta embrulhada sob a forma de relatório do neoruralista Aldo Rebelo (PCdoB/SP).
Hoje cedo, uma emboscada tirou a vida de um dos principais defensores da Floresta Amazônica. Zé Claudio, como era conhecido, voltava para casa com sua mulher no Pará. Tal Chico Mendes, ele também denunciava o corte ilegal de madeira e recebia inúmeras ameaças de morte. O governo nunca ligou, a polícia tampouco. Nesta terça, sua morte foi capa do britânico The Guardian, que relatou a luta ao mesmo tempo silenciosa (ao menos para a imensa maioria da população nacional) e em alto e bom som deste homem que tinha um único interesse: proteger o que o ser humano, por natureza, não tem o direito de destruir.
De noite, a milhares quilômetros do Pará, outro crime contra a humanidade foi praticado, este amplamente noticiado em tempo real pelos veículos de comunicação e membros da sociedade civil: a aprovação acachapante da reforma desleal de uma das legislações ambientais mais rigorosas e importantes de todo o planeta. Em Brasília, no Congresso Nacional, após uma sucessão de guerras verbais, bravatas e confusões nas últimas semanas, 410 deputados federais disseram sim ao projeto da bancada ruralista, que não beneficia a ninguém – a não ser a eles próprios e seus pares, senhores do agronegócio. Os pequenos produtores, o MST, a Via Campesina, até a Contag, estes são contra, assim como bravos 63 deputados.


felicidade

força

O que importa é vencer no final !!!


l, as vitórias e as perdas ao longo do caminho são de importância secundária. É a vitória final na vida o que importa e essa é a razão de nossa prática budista. Não importa o quão poderoso ou famoso ou privilegiada uma pessoa pode ser, Nitiren Daishonin diz que, do ponto de vista budista é tudo nada mais do que um sonho, um prazer ilusório, a verdadeira felicidade só pode ser alcançado, revelando o estado de Buda dentro de nossa própria vida.

MEU PONTO DE VISTA, MEU PONTO DE REFLEXÃO! MATÉRIAS PARA A PROPAGAÇÃO (POR FAVOR, ANALISE ESSES ARGUMENTOS E DEIXE UM COMENTÁRIO )



Meu nome é Ricardo Nanao Kumasaka, num tempo muito distante fiz um juramento de propagar a verdadeira lei para a felicidade da Humanidade. Temendo não poder cumprir dignamente minha missão nessa conturbada Era de Mappo, e observando que muitas pessoas caminham sem direção, muitas vezes iludidas por ensinos duvidosos, resolvi compartilhar meus conhecimentos, com o forte desejo de refutar as mentiras e revelar a verdade. Espero poder contribuir de alguma forma para que todos possam cumprir a sua missão.

Nosso mestre Daisaku Ikeda, disse certa vez em um poema: “Eu como você, tenho minha missão, ninguém senão eu pode levá-la a plena realização” (Poema Ode a Juventude). Eu realmente acredito nisso. Tenho um forte e sincero desejo de poder deixar uma pequena contribuição para ajudar no esclarecimento dos membros e convidados. Quero de alguma forma, poder corresponder aos anseios de meu mestre. Com ele, aprendi e aprendo milhares de coisas, sendo que uma delas, é que o homem não deve aceitar que coloquem um “cabresto” em sua cabeça. Ele deve ter o direito de questionar e buscar a verdade sem o medo de estar cometendo qualquer tipo de pecado. A matéria que passo a apresentar, foi baseada em diversas pesquisas e diálogos verídicos., e só fora possível, porque me dei o direito de questionar e buscar respostas.

PREFÁCIO

A Humanidade caminha e sempre caminhou em busca da felicidade. Para uns a felicidade é financeira, para outros é superar uma grave doença, um problema de desarmonia… em fim a Humanidade está em busca de uma resposta, de uma solução para suas aflições. Nesse processo de busca, fragilizados com seus sofrimentos, tornam-se presas fáceis para algumas pessoas espertas e aproveitadoras, que descobriram uma maneira fácil de ganhar dinheiro sem a necessidade de ter muito estudo, bastando ter o conhecimento religioso e o poder da oratória. Sabiamente, trabalham em cima da inocência, do medo, do desespero, da busca do perdão e etc… desta maneira, através do poder da oratória e fazendo o uso de palavras de forte impacto (Castigo, punição, inferno, pecado, pecador, perdão, céu e etc) induzem seus fieis a fazerem doações, negociando a suposta compra da felicidade ou quem sabe, de um pedacinho do céu. A grande verdade é que nunca se ouviu falar de um morto que retornou dizendo: “Puxa, como é lindo o pedacinho do céu que eu comprei!!!! Olha, quando você morrer, dá uma passadinha por lá pra gente colocar a fofoca em dia!.”

É muito fácil dizer “Deus quis assim” ou que “isso é um mistério de Deus”, ou ainda prometer felicidade só após a morte, para todas as vezes que não se encontra uma resposta plausível e aceitável para o problema., difícil e ter coragem e bom senso para encarar uma nova e dura realidade. O Budismo de Nitiren Daishonin, fielmente representado pela BSGI, tem um sério compromisso de responder a todas as questões de forma clara e realista, sem a necessidade de utilizar argumentos infantis que parecem querer zombar da nossa inteligência. A organização BSGI visa propagar o budismo de Nitiren Daishonin, para alcançarmos a Paz Mundial, através da criação de uma sociedade verdadeiramente humanística e feliz. Ela oferece a oportunidade de trilharmos um novo caminho, de reescrevermos a nossa história, de escolhermos se queremos continuar sendo uma marionete do destino ou se assumimos o compromisso de reescrevermos a nossa historia. A decisão está em nossas mãos.